Ana Johann

Diretora e Roteirista

Crédito: Isa Lanave 

 


Ana Johann é roteirista, escritora e diretora reconhecida por seus roteiros inventivos, tanto em ficção quanto em documentário, tendo recebido diversos prêmios ao longo da carreira iniciada em 2007. 

Seu primeiro longa-metragem documental “Um Filme para Dirceu” (2012) estreou no 45° Festival de Brasília de Cinema Brasileiro e recebeu o prêmio especial de júri por estudo de linguagem. Seu terceiro longa-metragem ficcional “A mesma parte de um homem” (2022) lhe conferiu o prêmio Helena Ignez como destaque feminino na 24° Mostra de Tiradentes, e melhor roteiro original pela Associação Brasileira de Autores Roteiristas – ABRA, entre outros. Em 2027, estreia seu segundo longa-metragem de ficção, ”Tantas coisas contêm em si o acidente”.

Ana é graduada em Jornalismo e, em 2005, recebeu uma bolsa para estudar documentário na Universidade de Barcelona pelo projeto Ibermedia. Em 2015, concluiu seu mestrado em Comunicação e Linguagem com o lançamento do livro “A Construção do Poético no Roteiro Cinematográfico” (2017), que apresenta uma pesquisa sobre objetos simbólicos que aprofundam o roteiro. 

Em 2015, Ana Johann foi uma das três vencedoras do Concurso de Roteiros FRAPA - Festival de Roteiros Audiovisuais de Porto Alegre - com o projeto “Terrestre”, que posteriormente foi renomeado para “Dias que Palpitam no Escuro”. O projeto também foi selecionado para participar do Laboratório Internacional da Fundación Carolina - Ibermedia em 2017, realizado em Madrid, e conquistou um passe direto para o laboratório SANFIC ODS LAB em 2026, iniciativa alinhada à Agenda 2030 da ONU. 

Como autora, Ana investiga os núcleos familiares como microcosmos de uma estrutura maior, valendo-se da dramaturgia, da linguagem e do estranhamento para explorar as fissuras dessas composições. Também tem colaborado como roteirista com outros diretores em projetos cujas histórias ainda estão sob sigilo.

Sua capacidade em criar histórias e dirigir tanto na linguagem de ficção quanto documentário proporciona uma perspectiva abrangente na produção audiovisual, destacando-se como uma vantagem em seu trabalho.

Em 2023, lançou seu primeiro romance pela editora Nós, ”Histórias para matar a mulher boa”, semifinalista do Prêmio Oceanos de Literatura, um dos mais importantes da língua portuguesa. Em 2027, publicará um novo romance pela editora Todavia.

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